Volante e meia desdenham psicólogo na seleção
O volante Fernandinho, do Manchester City, da Inglaterra, se tornou titular da Seleção Brasileira durante a Copa. Foi escolhido pelo técnico Luiz Felipe Scolari para substituir Paulinho, do Totteham, da Inglaterra, mas um dos pilares da filosofia do ex-técnico, a psicologia, é desdenhada pelo jogador.
“Nem sei para que serve psicólogo”, afirmou Fernandinho, em Viena, na Áustria onde o Brasil fará jogo-amistoso nesta terça-feira.
O jogador disse ainda que sequer teve muito contato com a psicóloga da seleção na Copa, Regina Brandão, amiga de Scolari. “Nem falei com ela direito”, declarou Fernandinho, titular da nova seleção, comandada pelo técnico Dunga.
O meia Oscar, do Chelsea, da Inglaterra, outro que esteve na Copa e que continua na seleção, também minimizou a necessidade de psicólogo na seleção.
Questionado sobre qual remédio é melhor para a recuperação da seleção, um psicólogo ou vitória em campo, Oscar afirmou “gol e vitória”.
Essencial
As declarações dos jogadores contrapõem o discurso de Scolari na seleção durante a Copa, em que considerava a psicologia como essencial para que a seleção desempenhasse boa campanha.
Para o ex-treinador, a psicóloga Regina Brandão era fundamental para que os atletas não sentissem tanto a pressão de jogar um Mundial em casa.
Dunga, seu sucessor, não utiliza nenhum psicólogo no trabalho com a seleção. Tem usado como argumento para motivar os atletas a recuperação que a seleção teve entre 1990 e 1994.
Redação Futebol Bauru
15/11/2014
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