Seleção volta a África do Sul para amistoso

03/03/2014Mais Esportes

Para o técnico Luiz Felipe Scolari o jogo amistoso nesta quarta-feira contra a África do Sul, em Jhoanesburgo, na África do Sul, representa mais uma oportunidade, na realidade a última, para reunir jogadores no processo de definição do grupo que vai disputar a Copa do Mundo, a partir de junho, no Brasil.

 

Para os sul-africanos, o jogo faz parte da comemoração dos 20 anos do fim do Apartheid, o regime de segregação racial que assombrou o país por mais de quatro décadas.

 

Mas para uma pessoa em especial, a partida é prova de prestígio, e também aposta em dias mais tranquilos: Danny Jordaan, atual presidente da Federação Sul-Africana de Futebol.

 

Jordaan ganhou espaço após comandar o Comitê Organizador da Copa de 2010, na África do Sul. É, inclusive, conselheiro na preparação do Mundial do Brasil.

 

Dentro de casa, porém, está com o moral baixo. Assumiu a presidência da Federação prometendo fazer o futebol sul-africano crescer, mas parece estar perdendo a batalha.

 

Em um país que tem grande afinidade com o rúgbi, o futebol não decola. Internamente, os campeonatos são fracos tecnicamente e atraem pouco público.

 

O Soccer City deverá registrar vários espaços vazios, apesar de o preço dos ingressos ser bem camarada: de 50 a 200 rands, ou de R$ 11 a R$ 44 reais.

 

Mesmo assim, apenas 40 mil bilhetes haviam sido vendidos. O estádio comporta 90 mil pessoas. Dependendo do ângulo que se olhe, porém, será um excelente público para o futebol num país que só registra casa cheia quando os rivais Orlando Pirates e Kaisers Chiefs se enfrentam.

 

Redação Futebol Bauru

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03/03/2014.

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