Segundo presidente, técnico sabia do afastamento

03/05/2012Mais Esportes

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, disse que a decisão de afastar o zagueiro Paulo Miranda, na derrota de 1 a 0 para a Ponte Preta, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, quarta-feira à noite, em Campinas, foi tomada após uma reunião com o técnico Emerson Leão.

 

“Ele sabia de tudo. Aqui não se faz nada às escondidas. Conversamos com o Leão e ele concordou com tudo o que íamos fazer, inclusive que o jogador estava cometendo muitas falhas. Mas ele disse, é verdade, que não poderia tirá-lo da concentração porque já o havia relacionado para a partida. Deixou a diretoria à vontade se quisesse agir nesse sentido. Então agimos”, comentou o presidente.

 

Segundo o presidente do São Paulo, a ideia de deixar Paulo Miranda fora do time foi para “preservar o atleta”, uma decisão inspirada em atitudes do próprio treinador.

 

“Ele já havia deixado o Jadson fora da equipe, treinando, e também o Piris. Por que não fazer o mesmo com Paulo Miranda? Se ele voltasse a errar, todo mundo sabe que sua carreira estaria acabada”, exagerou.

 

O presidente adiantou que Paulo Miranda também não será relacionado para o jogo de volta contra a Ponte Preta, quarta-feira próxima, no Morumbi.

 

“Ele fica fora do outro jogo também. Depois, volta normalmente ao time, e se o treinador quiser escalá-lo, não haverá nenhum problema”, completou Juvenal Juvêncio.


Redação Futebol Bauru

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03/05/2012.

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