Presidente se irrita com presidentes de clubes

14/10/2016Mais Esportes

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, respondeu as declarações dos presidentes do Palmeiras, Paulo Nobre e do Fluminense, Peter Siemsen, sobre a atuação da arbitragem de Sandro Meira Ricci no jogo Fluminense 1 x 2 Flamengo.

 

O Fluminense teve um gol anulado após o árbitro supostamente ter recebido informação externa. Seria o gol de empate: 2 a 2, mas o jogo terminou com vitória do Flamengo.

 

O resultado fez a diferença de pontos entre o Palmeiras, líder do Brasileiro, cair para um em relação ao Flamengo, vice-líder (61 a 60), a oito rodadas do fim.

 

“Não vejo o que o Palmeiras tem a ver com isso. A ajuda que o árbitro teve foi uma ajuda interna, do bandeirinha, que é tido como um dos melhores do futebol brasileiro”, disse inicialmente Bandeira de Mello ao programa Bate bola na veia, da ESPN-Brasil.

 

Após acompanhar na própria ESPN as entrevistas dos presidentes de Palmeiras e Fluminense, Bandeira de Mello esbravejou.

 

Primeiro com a declaração de Paulo Nobre de que a arbitragem foi “escandalosa” e que “falta vergonha na cara” no futebol.

 

“Isso é escândalo. Vergonha na cara? Queria que ele fosse mais explícito. Gostaria que as pessoas tivessem vergonha na cara. Gostaria também que as arbitragens fossem imparciais”, afirmou.

 

Depois, Mello respondeu as declarações de Peter Siemsen, que disse ter a certeza de que Sandro Meira Ricci só anulou o gol do Fluminense após receber informação externa, o que não é permitido nas regras da Fifa, e que buscará a anulação do clássico.

 

“Quanto ao presidente do Fluminense, não entendi sua afirmação de que ele tem certeza que houve interferência externa quando todos nós vimos que houve interferência do auxiliar. Eles querem ter direito de ter um gol ilegal. Isso é direito deles? Eles têm direitos de fazer gols ilegais?”, completou.

 

Redação Futebol Bauru

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14/10/2016 


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