Na pindaíba, basquete pode ficar fora das Olimpíadas
O risco de ficar fora dos Jogos Olímpicos em pleno do Rio de Janeiro, e pela primeira vez na América do Sul, é real para o basquete brasileiro.
A Fiba - Federação Internacional de Basquete disse ao UOL que recusou proposta de parcelamento dos US$ 700 mil, cerca de 2 milhões 173 mil reais, devidos pela CBB - Confederação Brasileira de Basquete, referente ao convite para a Copa do Mundo da Espanha do ano passado.
Devido a dívida, as seleções brasileiras e os clubes nacionais podem ser suspensos por até dois anos de torneios internacionais.
A punição para entidades inadimplentes por mais de 90 dias está prevista no Estatuto do órgão internacional e foi por causa dessa conta que a Fiba ainda não confirmou a vaga olímpica automática para o basquete brasileiro.
A reportagem apurou também que, para evitar problemas, os brasileiros pretendem usar o dinheiro da renovação do patrocínio com a empresa de material esportivo Nike para quitar a dívida.
Dívida de R$ 13 milhões
A renovação do acordo até o ciclo olímpico dos Jogos de 2024 está praticamente fechada. O problema é que a ideia inicial da CBB era usar o contrato como garantia do parcelamento que iria até 2019. E essa proposta recusada.
A situação financeira da CBB é crítica. Em seu balanço de 2014, divulgado em maio, a entidade apresentou dívida acumulada de R$ 13 milhões de reais.
A dívida original do Brasil com a Fiba é de cerca de R$ 3 milhões de reais, valor que a CBB aceitou pagar para a Fiba em troca de convite para a Copa do Mundo de basquete masculino, em 2013, na Espanha. O Brasil não conseguiu a vaga na quadra.
Redação Futebol Bauru
01/07/2015.
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