Família Grael aumenta as medalhas do Brasil

19/08/2016Mais Esportes

O Brasil tem família especial quando o assunto é esporte olímpico. A história dos Grael é tão grande que passaram o Uruguai no quadro de medalhas histórico dos Jogos.

 

O ouro de Martine Grael na classe 49erFX da vela foi o terceiro do sobrenome. Os uruguaios têm apenas dois títulos olímpicos, que ganhou o futebol nas Olimpíadas de 1924, em Paris, na França e em 1928, em Amsterdã, na Holanda.

 

E se depender de Martine, essa vantagem poderá aumentar. Aos 25 anos, já é campeã olímpica, campeã mundial e foi eleita a melhor velejadora do mundo em 2014, quando ao lado de Kahena venceu quase todos os torneios.

 

Seu pai, Torben Grael, bicampeão olímpico e dono de cinco medalhas, está fora da vela olímpica desde 2004. Eleito o melhor do mundo em 2009, Torben disse que o potencial da filha é enorme.

 

“A Martine já me passou, na verdade. Ela ganhou o ouro e foi eleita melhor do mundo antes de mim. Acho que essa comparação só tem de ser usada como inventivo para ela. E a pressão era imensa nela por causa da família, por ser no Brasil”.

 

No total, a família soma oito pódios olímpicos. São três ouros, um de Martine e dois de Torben, seu pai. Ao lado de Marcelo Ferreira, venceu a classe Star nas Olimpíadas de 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos e em 2004, em Atenas, na Grécia.

 

A prata também é de Torben, de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1984, na classe Soling (com Daniel Adler e Ronaldo Senfft).

 

E são quatro bronzes, dois de Torben na Star, com Nelson Falcão, em Seul, na Coreia do Sul, em 1988 e com Ferreira, em Sydney, na Austrália, em 2000.

 

Os outros dois terceiros lugares são de Lars, irmão mais novo de Torben. Na classe Tornado, subiu no pódio com Clínio Freitas em Seul-1988 e com Kiko Pellicano em Atlanta-1996.

 

Redação Futebol Bauru

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18/08/2016 


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