Ex-diretor de clube é preso, acusado de matar ex-jogadora

29/05/2013Mais Esportes

A justiça espanhola decretou a prisão provisória, sem direito a fiança, do ex-diretor do clube espanhol CAV Murcia, Juan Cuenca, um dos três detidos suspeitos pelo desaparecimento e morte da ex-jogadora holandesa de vôlei Ingrid Visser, 36 anos, e de seu namorado, Lodewijk Severin, 57.

 

Segundo fontes ligadas ao Tribunal de Justiça de Valência, cidade onde vive o acusado, a juíza responsável pelo caso decidiu que o processo deve correr em sigilo.

 

Além de Cuenca, outras duas pessoas, de cidadania romena, foram detidos, mas ainda não tiveram suas audiências judiciais marcadas.

 

Cuenca, foi detido em Valência, na mesma cidade em que foram localizados os dois cidadãos romenos, de 47 e 60 anos, respectivamente.

 

Divergências em negócios

A dupla foi apontada como os executores da ex-jogadora e seu namorado. Segundo o jornal espanhol El País, o motivo do crime foi por “divergências em negócios”.

 

A polícia espanhola ainda não encerrou as investigações sobre as mortes. Os corpos foram encontrados e em um pomar de limões, na localidade de Alquerías, em Múrcia. Segundo a polícia, o assassinato, no entanto, teria ocorrido no cemitério de Molina de Segura.

 

Com mais de 500 jogos no currículo pela seleção da Holanda, a qual defendeu inclusive nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos.

 

Ingrid Visser jogou no Brasil pelo Minas Tênis Clube entre 1997 e 1999 e teve passagens por vários clubes de Espanha e Itália. Segundo amigas, Ingrid estava grávida de três meses.

 

Redação Futebol Bauru

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29/05/2013.

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