Contra a crise da Venezuela, seleção leva água e remédios

10/10/2016Mais Esportes

A delegação da seleção brasileira já está na Venezuela com a mala muito mais cheia que o normal.

 

A direção da CBF determinou que a comissão técnica levasse do Brasil até a água que os atletas vão consumir em Mérida, cidade a 700 km de Caracas, a capital da Venezuela.

 

A intenção dos dirigentes é que a delegação não precise comprar nada na cidade, aonde enfrentará a Venezuela, nesta terça-feira, as 2h30 de Brasília, na abertura do returno das Eliminatórias Sul-Americanas à Copa do mundo de 2018, na Rússia.

 

Quantidade maior de alimentos para os atletas, como arroz, feijão, massas e carnes, foi levada para a Venezuela. A comissão técnica também reforçou o estoque de remédios.

 

Inflação assustadora

Itens de limpeza, como sabonete e papel higiênico, que não fazem parte habitualmente da bagagem, também foram levados.

 

A Venezuela enfrenta grave escassez de remédios e alimentos. No mês passado, o presidente Nicolás Maduro prorrogou por mais 60 dias o estado de exceção por emergência econômica no país.

 

O FMI - Fundo Monetário Internacional projeta que a inflação venezuelana em 2016 chegará a 720%.

 

Como o Brasil não tem mais voos diretos para a Venezuela, a CBF fretou um avião para levar os jogadores para o país.

 

No primeiro semestre, as empresas brasileiras suspenderam suas operações na Venezuela por não conseguirem repatriar milhões de dólares bloqueados no país.

 

Redação Futebol Bauru

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10/10/2016


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