Clube carioca amargou várias quedas. Chegou a Série C

08/12/2013Mais Esportes

Rebaixamento não é novidade para o Fluminense. De 1996 até 1999, o clube enfrentou sucessivas quedas e articulou duas viradas de mesa para retornar à Série A do Campeonato Brasileiro sem precisar conquistar a vaga em campo.

 

No primeiro ano, o time caiu, mas foi beneficiado por virada de mesa no ano seguinte, após denúncias de pagamento de propina para árbitros.

 

Ivens Mendes, então diretor da comissão de arbitragem da CBF, foi o principal acusado. A virada de mesa foi comemorada pelos dirigentes tricolores com champagne nas Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

 

No campeonato seguinte, o Fluminense não aprendeu e o time fracassou novamente. Desta vez, o time do coração de João Havelange, então presidente da Fifa, caiu.

 

Em 1998, o clube sucumbiu pela terceira vez e caiu para a terceira divisão, a Série C, a última do futebol Brasileiro na época. Atualmente tem a Série D.

 

No ano seguinte, a Unimed começou a parceria, que dura até hoje. Com dinheiro, o clube apostou no trabalho de Carlos Alberto Parreira, que também torce pelo tricolor, e venceu a Série C, mas não jogou a Série B.

 

Em 2000, o Fluminense pulou para a Série A ajudado por nova virada de mesa. Desta vez, o caso Sandro Hiroshi, jogador do São Paulo que disputou o Brasileiro do ano anterior com documentação irregular, foi a desculpa.

 

Na época, o São Paulo perdeu pontos e criou impasse sobre o último rebaixado, Botafogo (RJ) ou Gama (DF). Com o time de Brasília lutando na Justiça, a CBF articulou virada de mesa ao passar a organização do campeonato somente naquele ano para o Clube dos 13, entidade que reunia os principais clubes do país.

 

Com a jogada, Fluminense, Juventude (RS), América Mineiro e Bahia voltaram à elite do Brasileiro.

 

Redação Futebol Bauru

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08/12/2013.

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