Bronze nas Olimpíadas, nadadora está sem patrocínio
A nadadora Poliana Okimoto, 33 anos, não esconde o orgulho de ter se tornado, nos Jogos do Rio de Janeiro, a primeira maratonista aquática brasileira a subir em pódio olímpico.
Mas, passado o período de encantamento, o bronze na prova dos
“Para falar a verdade, depois da medalha o sentimento foi o contrário de tudo o que imaginei. A coisa ficou preta mesmo”, afirmou à Folha.
Poliana disse que teve o patrocínio que recebia dos Correios cortado e, por isso, precisou recorrer às próprias economias para manter seu treinamento em dia.
A verba da estatal lhe ajudava a custear equipe multidisciplinar com seis integrantes: massagista, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, preparador físico e seu técnico, Ricardo Cintra, também seu marido.
“Teria que pagá-los do bolso, mas não consigo. O massagista e a nutricionista têm trabalhado sem receber, de maneira voluntária”, disse.
A nadadora comentou que, no momento, tem se agarrado ao pagamento que recebe de seu clube, a Unisanta, de Santos.
Redação Futebol Bauru
02/01/2017
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