Volante é xingado e goleiro chora

04/07/2010Mais Esportes

Os jogadores da derrotada Seleção Brasileira, comandada por Dunga, foram recebidos por cerca de 100 torcedores e um batalhão de jornalistas no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Depois de dez horas de voo, o avião que partiu de Joanesburgo, na África do Sul, chegou às 2 horas de Brasília, neste domingo, mas os atletas começaram a desembarcar apenas 50 minutos depois do pouso.

 

Houve muita confusão e correria, principalmente quando o volante Felipe Melo, do Juventus, da Itália, apareceu. Alguns carros esperavam os jogadores, que saíram por dois portões diferentes.

 

A saída de Felipe Melo foi a mais tensa. Escoltado por um segurança, ele aproveitou o momento em que os zagueiros Juan, do Roma, da Itália, e Thiago Silva, Milan, da Itália, falavam com os jornalistas para deixar o local.

 

Felipe Melo era esperado pelo pai em uma caminhonete. O veículo foi cercado por fotógrafos, cinegrafistas e torcedores. Para abrir caminho, foi preciso acelerar e buzinar. Felipe Melo foi xingado, chamado de “vacilão” e se assustou com o tumulto.

 

Muito choro

Por outro lado, o goleiro Julio Cesar, do Internazionale, da Itália, foi bem recebido. No momento em que saía, se emocionou com os aplausos e com o carinho das pessoas que o aguardavam no portão. O goleiro falou rapidamente com a imprensa e deixou o aeroporto em um carro particular. Chorando muito, foi consolado pela mãe.

 

“Estou muito emocionado. Agradeço à torcida brasileira. É fruto de três anos e meio de trabalho. A Seleção resgatou o amor da torcida pela Seleção”, disse exagerado.

 

Apesar de muita confusão, o lateral-esquerdo Gilberto, do Cruzeiro (BH), primeiro a desembarcar, atendeu os jornalistas pacientemente. Depois dos atletas, foi a vez do auxiliar técnico Jorginho, que se irritou com a aglomeração em torno dele e da sua família.

 

Jorginho pediu para que as pessoas saíssem da frente e empurrou o carrinho com suas malas para abrir passagem. Jorginho chegou a discutir com um jornalista que reclamava da falta de organização. A entrevista teve de ser feita no estacionamento.

 

Redação AFB

www.futebolbauru.com.br

04/07/2010.

Veja Também