Sport perde título e provoca confusão
A revolta dos jogadores, comissão técnica e dirigentes do Sport (PE), após a final do Campeonato Pernambucano pode resultar em punição.
O árbitro da partida, Rodolpho Toski Marques, relatou agressões verbais e físicas na súmula, citando nominalmente o atacante Neílton, o zagueiro Sabino, o volante Ronaldo, o treinador de goleiros Jorcey Anísio e o diretor de futebol Carlos Frederico Domingos.
Na súmula, o árbitro registrou a postura ríspida dos rubro-negros e os xingamentos impublicáveis. No caso de Neílton, escreveu o árbitro que ele “empurrou o policiamento” que fazia a segurança do trio, e que o atacante tentou “dar chutes e pontapés na equipe de arbitragem e integrantes da federação”.
Relato semelhante envolveu o volante Ronaldo, único expulso pelo árbitro com vermelho direto, e o zagueiro Sabino. No caso de Sabino, o árbitro acrescentou que o defensor acertou um dos integrantes da federação, “derrubando o mesmo no chão”.
Os protestos aconteceram em virtude da decisão do árbitro de mandar repetir a cobrança de Giovanny, na disputa por pênaltis, defendida por Maílson.
No caso, o VAR mostrou que o goleiro fez movimento irregular, no momento em que o atleta acerta a bola, não estava com nenhum dos pés sobre a linha. Na repetição da cobrança, o alvirrubro converteu.
O Náutico venceu o Sport, nos pênaltis, e conquistou o título pernambucano, após 53 anos sem vencer o Sport.
Redação Futebol Bauru
24/05/2021
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