Ronaldinho: Passaporte foi adulterado

17/03/2020Mais Esportes

Os passaportes adulterados usados pelo ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, custaram US$ 6 mil dólares, cerca de R$ 30 mil reais cada um, revelam depoimentos de envolvidos no caso.

Por terem usado esses documentos para entrar no Paraguai, em 4 de março, é que Ronaldinho e Assis estão presos desde o dia 6, em Assunção, a capital do país.

O pagamento pelos passaportes foi feito em dinheiro pela empresária paraguaia Dalia Lopez, que promoveu a ida de Ronaldinho e seu irmão ao Paraguai, dia 4 de março.

Um dos depoimentos é de Iván Ocampos Miño, 31 anos, que se identifica como muito próximo da família de Dalia Lopez.

Em vários trechos do depoimento, tomado pelo Ministério Público do Paraguai, Ocampos se refere a Dalia como tia.

Iván contou ter feito contato com Bernardo Arellano, funcionário do departamento de Imigração do Paraguai, e que cobrou US$ 6 mil dólares por documento adulterado.

Além dos passaportes de Ronaldinho e Assis, Arellano também teria, segundo o depoimento, confeccionado o documento de Wilmondes Lira, empresário brasileiro que apresentou Assis a Dalia Lopez, e que está preso no Paraguai.

Enquanto Ronaldinho e Assis estão presos, a empresária Dalia Lopez, acusada pelas autoridades paraguaias de liderar esquema milionário de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos, está foragida.

 

Redação Futebol Bauru

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17/03/2020

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