Prisão oferece trabalho a Marin para ganhar R$ 60 reais
A administração da prisão onde o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, 83 anos, está preso em Zurique, na Suíça desde o fim de maio passado, ofereceu aos dirigentes de futebol trabalho para ajudar a passar o tempo.
O brasileiro pode atuar em setor de etiquetagem, em um de preencher endereços em pacotes para os serviços de correio e até mesmo ser ajudante de cozinheiro. Por dia, o ex-presidente da CBF receberia até R$ 60 reais pelos trabalhos prestados.
Nem a administração nem os advogados confirmaram se Marin aceitou a oferta de emprego. Mas a proposta foi feita a todos os seis dirigentes detidos e que aguardam decisão sobre eventual extradição aos Estados Unidos.
Marin se recusou a ser enviado de forma voluntária para os Estados Unidos, onde é acusado de corrupção e pode pegar 20 anos de prisão.
Entre as acusações está a de ter recebido pelo menos US$ 3 milhões dólares ou R$ 9 milhões 520 mil reais, por edição da Copa América, até 2019, além de mais de R$ 2 milhões de reais por edição da Copa do Brasil, dinheiro que seria compartilhado com Marco Polo Del Nero, atual presidente da CBF e Ricardo Teixeira, ex-presidente da entidade.
Redação Futebol Bauru
21/07/2015.
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