Phelps, "o deus aquático" de Pequim

17/08/2008Mais Esportes

Depois de enfim superar a marca de Mark Spitz e acabar suas participações nas Olimpíadas de Pequim, na China, com os oito ouros, o nadador norte-americano quer se livrar da sombra que o acompanhava e se propor a novos desafios em sua carreira.

 

"Eu queria ser o primeiro Phelps, e não o segundo Spitz. Não quero diminuir o que ele fez, de forma alguma, ele faz parte dos Jogos Olímpicos. Mas ter isso como objetivo fez com que eu treinasse ainda mais", disse Phelps.

 

Já nas Olimpíadas da Grécia, há quatro anos, Phelps sofreu com cobranças sobre a possibilidade de ultrapassar Mark Spitz, que em Munique, em 1972, conseguiu sete ouros e sete recordes mundiais.

 

No berço dos Jogos, no entanto, o norte-americano conseguiu “apenas” seis ouros e dois bronzes. Na capital chinesa, no entanto, ele não só bateu a marca de Spitz como também se tornou o maior vencedor da história dos Jogos Olímpicos.

 

Com 14 ouros no total, ele deixou para trás lendas como seus compatriotas Mark Spitz e Carl Lewis, do atletismo, o corredor finlandês Paavo Nurmi e a ginasta da ex-URSS Larisa Latynina, todos com nove ouros.

 

"Isso é um sonho que se tornou realidade. Não tenho palavras. É incrível poder fazer parte disto. Nem sequer sei como me sinto agora”, comentou Phelps, emocionado por ter cumprido o feito.

 

Michael Phelps subiu ao lugar mais alto do pódio em Pequim nos 200 e 400 metros medley, 200 metros livre, 100 e 200 metros borboleta e nos revezamentos 4x100 e 4x200 metros livre e nos 4x100 metros nado medley.

 

Redação AFB

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17/08/08.

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