Nuzman: "foi a melhor participação"

25/08/2008Mais Esportes

Dizem que os números não mentem jamais, mas interpretações diferentes das realizadas pela maioria podem chegar a resultados diferentes.

 

Embora o Brasil tenha conquistado em Pequim, na China, duas medalhas de ouro a menos que em Atenas, na Grécia, há quatro anos, 5x3, e o somatório total de 15 pódios seja exatamente igual ao de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996, o presidente do COB - Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, argumenta que o recorde de 38 finais disputadas levou ao país ao melhor desempenho de sua história em Jogos Olímpicos.

 

Garantindo que o desempenho de uma delegação em Olimpíadas não pode ser medido apenas pelo número de conquistas, Nuzman ressaltou três recordes na história brasileira para garantir que "tivemos a melhor participação na história", cita.

 

O número de atletas na competição, 277, a quantidade de mulheres, 133 e a quantia de modalidades disputadas, 32. "É mais um passo no processo de evolução do esporte brasileiro", assegurou, em entrevista coletiva realizada na capital chinesa.

 

Mais objetivo na seqüência, o dirigente vibrou com as três medalhas de ouro inéditas conquistadas em solo chinês, as primeiras da natação com César Cielo, do atletismo feminino com Maurren Maggi e do vôlei feminino de quadra e com as 38 finais alcançadas, contra 30 de Atenas-2004, e 22 tanto em Sydney, na Austrália em 2000 como em Atlanta-1996.

 

"Conquistamos três ouros inéditos e fizemos o maior número de finais de toda a nossa participação olímpica", avalia o presidente do COB.

 

Redação AFB

www.futebolbauru.com.br

25/08/08.

Veja Também