Nuzman: "foi a melhor participação"
Dizem que os números não mentem jamais, mas interpretações diferentes das realizadas pela maioria podem chegar a resultados diferentes.
Embora o Brasil tenha conquistado em Pequim, na China, duas medalhas de ouro a menos que em Atenas, na Grécia, há quatro anos, 5x3, e o somatório total de 15 pódios seja exatamente igual ao de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996, o presidente do COB - Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, argumenta que o recorde de 38 finais disputadas levou ao país ao melhor desempenho de sua história
Garantindo que o desempenho de uma delegação em Olimpíadas não pode ser medido apenas pelo número de conquistas, Nuzman ressaltou três recordes na história brasileira para garantir que "tivemos a melhor participação na história", cita.
O número de atletas na competição,
Mais objetivo na seqüência, o dirigente vibrou com as três medalhas de ouro inéditas conquistadas em solo chinês, as primeiras da natação com César Cielo, do atletismo feminino com Maurren Maggi e do vôlei feminino de quadra e com as 38 finais alcançadas, contra 30 de Atenas-2004, e 22 tanto em Sydney, na Austrália em 2000 como em Atlanta-1996.
"Conquistamos três ouros inéditos e fizemos o maior número de finais de toda a nossa participação olímpica", avalia o presidente do COB.
Redação AFB
25/08/08.

