Nova quebra de protocolo na chegada da bandeira
Uma sucessão de gafes marcou a chegada da bandeira paraolímpica ao Rio de Janeiro. Mais uma vez, o protocolo internacional foi quebrado.
Assim como aconteceu com a bandeira olímpica, a bandeira paraolímpica foi tocada por várias pessoas que não usavam luvas brancas, como determinam as regras.
A entrada da guarda de honra indicava que dessa vez tudo seria feito à risca. Os guardas abriram a gaveta da caixa de madeira onde estava a bandeira, o prefeito Eduardo Paes retirou as luvas brancas e as vestiu.
Em seguida, foi a vez da bandeira paraolímpica ser retirada da gaveta. Veio então o reforço para abri-la: o governador Sérgio Cabral, o presidente do COB e do Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons, e a paratenista Natalia Mayara -- todos com as mãos na bandeira, sem dó.
Em uma tentativa de minimizar a quebra de protocolo, Paes justificou: “Só eu estou com as mãos sujas”.
Para piorar, o mestre de cerimônia esqueceu o nome da atleta escolhida para representar o grupo que trouxe o melhor resultado do Brasil na história dos Jogos Paraolímpicos.
Aos 18 anos, Natalia não ganhou medalha, mas foi a primeira mulher a representar o Brasil no tênis paraolímpico.
Empolgado com a sétima colocação no quadro de medalhas, Parsons informou que o comitê paraolímpico brasileiro vai rever sua meta para 2016, que inicialmente era ficar na quinta colocação.
Redação Futebol Bauru
11/09/2012.
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