MP apura conexões entre clube e facção criminosa
Além de investigar o uso de cartões de crédito e relatórios de despesas da presidência do Corinthians, o MP/SP - Ministério Público de São Paulo apura possíveis conexões entre o clube e a facção criminosa PCC - Primeiro Comando da Capital.
A investigação foi ampliada após depoimento de Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians que declarou ao MP que “o crime organizado se infiltrou” no clube e que, por conta disso, estava sofrendo ameaças por sua atuação.
Suspeita
Promotor responsável pelo caso, Cássio Roberto Conserino suspeita que jogadores do Corinthians tenham se hospedado em imóvel que pertence a José Carlos Gonçalves, conhecido como Alemão, que é apontado em outras investigações como figura de peso no crime organizado.
Em manifestações proferida no processo sexta-feira passada, o promotor pede explicações a Fausto Vera, Rodrigo Garro e Talles Magno.
Promotor quer saber se o trio realmente morou em apartamento que pertence a Alemão no bairro Anália Franco e se o Corinthians participou da intermediação da locação.
Redação
Futebol Bauru
16/09/2025
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