Linha dura, técnico diz que torcedor não gosta de fazer sexo

06/06/2013Mais Esportes

Após empate, em um gol, com o Internacional, o técnico interino da Portuguesa, o coronel Edson Pimenta Bueno Filho, criticou o comportamento de grupo de torcedores, que vaiou o time.

 

“Tem uns caras que vêm encher o saco enquanto as mulheres deles estão batendo perna. Não é a torcida da Portuguesa que eu vou comentar, estou falando sobre meia dúzia de idiotas, tudo pau mandado, que não tem ambiente familiar e que não gosta de fazer sexo”, disse Pimenta.

 

Não é o Capivariano

“A torcida pensa que o Inter, só porque tem camisa vermelha, é o Capivariano. Empatar em casa contra um dos candidatos ao título do Campeonato Brasileiro, sendo que ficamos com um jogador a menos desde os 25 minutos do segundo tempo, não é um mau resultado. Fizemos uma partida maravilhosa”, completou.

 

Edson Pimenta, 61 anos, assumiu depois da demissão de Péricles Chamusca, após a Portuguesa perder de 7 a 0 para o Comercial, pela Série A-2.

 

Formado pela Escola de Educação Física da Polícia Militar, com curso técnico em Esportes pela USP, Edson Pimenta trabalhou no clube pela primeira vez em 1981, como preparador físico. Agora soma a décima passagem.

 

Agitador

Na PM - Policia Militar, Pimenta era considerado linha-dura. Em 2000, foi indiciado pela Corregedoria da PM após aparecer em vídeos insultando o então governador Mário Covas e incitando a violência.

 

Nas gravações, feitas em 1999 por presos e por policiais de São Paulo, Pimenta aparecia dizendo que lugar de “vagabundo é no caixão” e que Covas era um “boneco” que comandava o Estado.

 

Pimenta também chamava o secretário da Segurança da época, Marco Vinicio Petreluzzi, de “idiota”.

 

Em 1997, foi o primeiro oficial a depor na CPI que investigou o caso da favela Naval, episódio no qual policiais foram acusados de espancar moradores e matar pessoa em Diadema.

 

Redação Futebol Bauru

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06/06/2013.

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