Justiça pede extinção do Marília

25/05/2017Mais Esportes

O MPT - Ministério Público do Trabalho pediu a dissolução, extinção do Marília por conta de dívidas trabalhistas.

 

O procurador do Trabalho, Marcus Vinícius Gonçalves recebeu quase 100 ações trabalhistas de jogadores e ex-funcionários.

 

O MAC é acusado de não pagar salários, verbas rescisórias, fundo de garantia, férias e 13° salário. Segundo a ação do MPT, o clube de Marília, 100 km de Bauru, constantemente faz acordos na justiça, se compromete a pagar as dívidas, mas não cumpre os acordos firmados em juízo.

 

O clube ainda é acusado pelo MPT, segundo matéria do G1, de não demonstrar a contabilidade financeira, ou seja, esconder os balanços.

 

Empresas condenadas

A entidade entrou com liminar pedindo a dissolução do Marília, ou então, que o juiz determine a intervenção de pessoa capacitada para fazer auditoria interna no clube, administrar e pagar todas as dívidas trabalhistas.

 

O MPT pede ainda que as duas últimas empresas que administraram o MAC sejam condenadas a pagar um R$ 1 milhão de reais cada uma.

 

As propostas serão feitas ao clube em reunião de conciliação, no Fórum Trabalhista, junto com o Ministério Público do Trabalho.

 

Se não houver acordo, o juiz deverá julgar o pedido de liminar que pede a extinção do clube. Nos quatro primeiros meses deste ano o Marília disputou, igualmente o Noroeste, do Campeonato Paulista Série A3.

 

Fundado em 1942 com o nome de EC Comercial, o clube passou a levar o nome da cidade apenas cinco anos mais tarde. Em 1953, deixou de ser amador e estreou profissionalmente na Segunda Divisão do Campeonato Paulista.

 

Redação Futebol Bauru

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24/05/2017


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