Juíza manda soltar Marin, ex-presidente da CBF
A juíza federal de Nova York, nos Estados Unidos, Pamela Chen autorizou “por razões humanitárias”, a libertação antecipada do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, 87 anos, condenado no caso FIFAgate.
Marin havia sido sentenciado pela mesma magistrada em 22 de agosto de 2018 a quatro anos de prisão, após julgamento de sete semanas, no qual foi considerado culpado de aceitar propinas milionárias no âmbito do FIFAgate, escândalo de corrupção na FIFA.
Sua libertação havia sido fixada para 9 de dezembro de 2020, segundo o site do departamento federal prisional dos Estados Unidos.
Devido a “sua idade avançada, sua saúde significativamente deteriorada, um risco elevado de nefastas consequências sanitárias devido ao surto da COVID-19, seu status como um criminoso não violento e o cumprimento de 80% de sua pena”, Chen aceitou a moção para soltá-lo oito meses antes da data prevista.
Júri de Nova York considerou Marin culpado por aceitar 6,6 milhões de dólares em propinas juntamente com seu número dois, Marco Polo del Nero, em troca de contratos de transmissão da Copa América, da Copa Libertadores e da Copa do Brasil.
Redação Futebol Bauru
01/04/2020

