Fraude: Atacante da Seleção nega ter jogado em clube da Paraíba

05/05/2014Mais Esportes

Evidência de fraude ronda a venda do atacante Hulk, da Seleção Brasileira, para o Zenit, da cidade de São Petersburgo, na Rússia, em setembro de 2012. Uma das transferências mais caras da história do futebol.

 

O jogador, segundo a Veja, comunicou recentemente aos russos que nunca jogou no Campinense, da Paraíba, clube que passou a constar na CBF três meses depois da transação como o seu formador.

 

Pelas regras da Fifa, os clubes que desenvolvem atleta entre 12 e 23 anos devem receber 5% do valor do negócio, que na ocasião chegou a 40 milhões de euros, ou R$ 124 milhões de reais.

 

Desde então, o clube paraibano já faturou quase 1 milhão de reais com a transferência. Quem teria enfiado o nome do Campinense nos documentos da CBF?

 

Até novembro de 2012, o passaporte de Hulk na CBF tinha o registro dos seguintes clubes formadores: Serrano (BA), de 1998 a 2000; São Paulo, de 2002 a 2003; Vitória (BA), de 2003 a 2006 e  Kawasaki, do Japão em 2006.

 

Depois jogou no Tokyo Verdy, do Japão, de 200/08 e se transferiu para o Porto, de Portugal, onde ficou até 2012, quando foi negociado ao Zenit, da Rússia.

 

O advogado Fernando Lamar, hoje no Vasco da Gama, foi quem pleiteou a inclusão do Campinense na relação.

 

Assessoria responde

A assessoria de imprensa de Hulk respondeu aos questionamentos sobre a polêmica:

 

1) Quanto ao registro alterado na CBF pela Federação Paraibana é uma questão jurídica. O Hulk não participou e apenas agora ficou sabendo do fato;

 

2) Se houve falsificação de assinatura e/ou de registro é caso de Polícia e será resolvida pela Justiça;

 

3) Há um outro processo em questão com pessoas usando o nome de Hulk para obter alguma vantagem. Ele quer todo o esclarecimento pela justiça. E reafirma que sempre falou a verdade e continuará assim, embora sempre torça para o sucesso do futebol paraibano.

 

Redação Futebol Bauru

www.futebolbauru.com.br

05/05/2014.

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