França apura propina para escolha do Rio, sede da Olimpíada
O jornal francês Le Monde publicou que empresário brasileiro pagou US$ 1 milhão 500 mil dólares ou R$ 3 milhões 440 mil reais, ao filho do ex-presidente da FIA - Federação Internacional de Atletismo, três dias antes da votação para escolha da sede da Olimpíada de 2016, realizada no Rio de Janeiro.
Segundo a publicação, a Justiça francesa investiga se o pagamento foi propina para que o pai do dirigentes votasse no Rio, que venceu a eleição e sediou, pela primeira vez, os Jogos, igualmente a América do Sul.
De acordo com a publicação, o pagamento foi feito por Arthur Cesar Menezes Soares Filho, que é ligado ao ex-governador Sérgio Cabral, preso, a Papa Diack, filho do senegalês Lamine Diack.
Lamine era membro do COI - Comitê Olímpico Internacional e foi um dos que votaram no Rio como sede dos Jogos.
Ao G1, o diretor de comunicações da Rio-2016 disse que tem “plena certeza” de que a escolha da cidade foi por meio de uma “eleição limpa”. “Há uma investigação em curso, mas o que se sabe do nosso lado é que a vantagem de
A França acredita que escolha do Rio para a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 foi manipulada.
Após perder por duas tentativas a sede para Atenas, na Grécia, em 2004, e Londres, na Inglaterra, em 2012, o Rio venceu, em
A diferença de 29 votos contra Madri, da Espanha, foi apenas no terceiro turno da eleição, realizada em Copenhague na Dinamarca.
No primeiro turno, o Rio ficou em segundo, atrás de Madri por 28 votos. Após a eliminação de Chicago, nos Estados Unidos, o Rio teve 46 votos, contra 29 de Madri e 20 de Tóquio, no Japão.
Redação Futebol Bauru
03/03/2017
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