Executivo deixa hotel e é considerado foragido
A Polícia Civil do Rio der Janeiro considera “foragido” o diretor-executivo da Match, Raymond Whelan, acusado de ligação com a máfia de venda ilegal de ingressos para a Copa do Mundo.
O executivo inglês era o único dos 11 denunciados pelo Ministério Público do Rio que não estava preso e teve a prisão preventiva decretada quinta-feira pela Justiça.
De acordo com o delegado Fábio Barucke, responsável pelo inquérito, Whelan deixou o Hotel Copacabana Palace uma hora antes de a polícia chegar, por volta das 15 horas.
“Saiu pela porta dos funcionários, vimos pelas imagens ele saindo apressado. Ele é considerado foragido”, explicou o delegado da 18ª Delegacia de Polícia, Praça da Bandeira.
Segunda-feira passada, o inglês foi preso no mesmo hotel, onde está a delegação da Fifa, e levado para delegacia de Polícia, onde ficou por cerca de 10 horas. Os advogados no entanto, conseguiram habeas corpus e o executivo foi solto na madrugada de terça-feira.
A prisão preventiva de 11 dos 12 envolvidos na máfia dos ingressos foi decretada pelo Juizado Especial do Torcedor. Equipes de policiais saíram da Delegaciapara prender Raymond Whelan, da Match Services, única empresa autorizada a vender ingressos pela Fifa.
Os 11 denunciados vão responder pelos crimes de cambismo, organização criminosa, desvio de ingresso e corrupção ativa.
Os outros 10 acusados, incluindo o argelino Mohamed Lamíne Fofana, apontado como chefe da quadrilha, estão no Complexo Peniténciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste, e tiveram a prisão temporária transformada
Redação Futebol Bauru
10/07/2014
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