Ex-presidente da CBF quer evitar extradição aos EUA

01/06/2015Mais Esportes

Um advogado suíço especializado em cooperação internacional deverá defender o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, 83 anos, no processo de extradição para os Estados Unidos.

 

Trata-se de Georg Friedli, que dirige o escritório Friedli & Schnidrig, baseado na capital Berna, onde o caso do ex-presidente da CBF está oficialmente sendo conduzido pelo Departamento de Justiça da Suíça.

 

A Conmebol - Confederação Sul-Americana de Futebol dá assistência a Marin numa coordenação do diretor-geral da entidade, Georka Villar.

 

Conforme revelou a Folha, Marin quer pedir prisão domiciliar enquanto espera o processo de extradição. Pretende usar como argumento a idade avançada, e problemas de saúde que possam surgir na prisão.

 

O governo suíço já solicitou às autoridades americanas para formalizar o pedido de extradição de Marin. Os Estados Unidos têm prazo de 40 dias para enviarem o pedido.

 

De acordo com a Suíça, o ex-presidente da CBF só poderá apelar de eventual decisão pela transferência depois de o governo local tomar essa decisão, período em que também ficará detido. O processo pode levar seis meses. Se o governo Suíço negar a extradição para os Estados Unidos, os presos serão liberados.

 

Redação Futebol Bauru

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01/06/2015.

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