Ex-CBF paga para ser vigiado dia e noite
José Maria Marin, ex-presidente da CBF
Ficar preso em seu apartamento
Além das fianças já pagas para poder ficar em prisão domiciliar em seu apartamento na Trump Tower, em Manhattan, Marin ainda tem que bancar equipe de seguranças particulares, tornozeleira eletrônica e sistema de vigilância para vigiar ele mesmo.
De acordo com documentos divulgados pela Corte do Brooklyn, onde está sendo julgado o caso, o valor total do esquema de segurança é de US$ 100 dólares, cerca de R$ 400 reais, por hora, ou aproximadamente R$ 300 mil reais mensais.
Marin, até agora, não reclamou do valor do esquema de segurança.
No entanto, seu advogado, Charles Stillman, por diversas vezes pediu adiamento do prazo para pagar a fiança do cliente.
Marin permaneceu cinco meses preso em Zurique, na Suíça, após o estouro do escândalo em maio de 2015, onde foi preso pela polícia local, em ação conjunta com o FBI.
O dirigente foi extraditado para os Estados Unidos no início de novembro, quando chegou ao país acompanhado por oficiais da polícia norte-americana.
Aos 83 anos, o ex-presidente da CBF não pode deixar os Estados Unidos enquanto seu caso é analisado. Marin só deixa o apartamento para ir ao advogado, ao médico e à igreja.
Redação Futebol Bauru
24/02/2016

