Ex-CBF já gastou mais de R$ 1 milhão para se vigiar
O ex-presidente da CBF - Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, cumpre prisão domiciliar nos Estados Unidos há 133 dias, o que lhe custou até agora US$ 380 mil dólares, cerca de R$ 1 milhão 500 mil reais, só com a vigilância que é obrigado a pagar.
Marin foi preso em Zurique, na Suíça, em 27 de maio e extraditado para os Estados Unidos em 3 de novembro.
Segundo o GloboEsporte.com apurou, os gastos já exauriram as reservas da família. A defesa do dirigente em duas frentes: numa, nos Estados Unidos, tenta pedir ao juiz de seu caso que afrouxe as exigências da vigilância.
Na outra, no Brasil, a família pretende vender algumas propriedades. Levantamento feito pelo jornal Folha de S.Paulo mostrou que a família tem R$ 62 milhões de reais em bens.
Marin é acusado pelas autoridades americanas de receber e distribuir subornos milionários em contratos da Conmebol - Confederação Sul-Americana de Futebol e da CBF.
Para poder aguardar seu julgamento em prisão domiciliar, Marin aceitou acordo segundo o qual teve que pagar US$ 1 milhão 200 mil dólares ou R$ 4 milhões 512 mil reais e ainda arcar com os custos de sua vigilância, US$ 20 mil dólares por semana, quase R$ 80 mil reais.
No pacote estão tornozeleira eletrônica, que informa sua localização às autoridades, câmeras de vídeo em todas as saídas do prédio, além de segurança dentro do apartamento durante 24 horas por dia.
Redação Futebol Bauru
16/03/2016
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