Denúncia aperta cerco sobre Guarani e parceiro

04/03/2015Mais Esportes

A Justiça Trabalhista fechou cerco à relação entre Guarani e o Grupo Magnum. Diante de denúncia de que as partes mantêm parceria, só que com a utilização de terceira empresa, a juíza Ana Claudia Torres Vianna manteve a postura incisiva em despacho divulgado nesta semana.

 

De acordo com o documento, a magistrada inclui todas as corporações lideradas por Roberto Graziano no pólo passivo do clube e solicita a retenção do valor pago pelo empresário no leilão realizado em novembro, na sede da Justiça Federal, em São Paulo.

 

A quantia de R$ 44 milhões e 400 mil reais usada para arrematar o Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, ainda não foi devolvida.

 

O que chamou atenção da juíza foi a acusação de denunciante, que teria sido ameaçado de morte e por isso teve identidade mantida sob sigilo pela Justiça, de que Guarani e Magnum continuam em negociações nos bastidores.

 

Agora, todas as empresas ligadas a Graziano também fica corresponsáveis pela divida trabalhista do Guarani avaliada em R$ 68 milhões de reais atualmente.

 

Além disso, a Magnum não terá acesso aos R$ 44,4 milhões pagos em 27 de novembro passado pelo estádio em leilão na Justiça Federal. O valor continuará retido, segundo a juíza, até que haja decisão definitiva quanto à parceria entre as partes.

 

Redação Futebol Bauru

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04/03/2015

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