Dadá e Djalma Santos "imortalizados" no Maracanã
Em 17 de junho de 1950, o lateral direito Djalma Santos jogava a primeira partida oficial do Maracanã, um confronto entre São Paulo e Rio de Janeiro que terminou com vitória paulista por
Agora Djalma Santos e Dadá, dois ícones do futebol brasileiro, estão imortalizados na Calçada da Fama do Maracanã. Ambos estiveram terça-feira no estádio e marcaram seus pés no local. Seus nomes ficarão para a posteridade ao lado de Pelé, Garrincha, Romário e Zico, entre outros.
“Já era para eu estar aqui há muito tempo”, brincou Dadá Maravilha. “Fiz quase 500 gols com a cabeça, então, antes de vir para cá, eu disse que deveria marcar não os meus pés, mas a minha testa”, completou, com a mesma irreverência com que cativa torcedores até hoje, aos 62 anos de idade.
Sentado com os pés dentro da caixa de cimento, Dario lembrou o nome dos 16 clubes que defendeu na carreira, destacando o seu “querido” Atlético Mineiro, time pelo qual se consagrou duas vezes vezes artilheiro do Campeonato Brasileiro, em 1971 e no ano seguinte e quatro do Estadual, em 1969, 70, 72 e 74.
Ao seu lado, de forma bem mais discreta, Djalma Santos agradeceu os elogios. “Dadá é um amigo, uma pessoa muito descontraída. Está sendo muito bom receber esta homenagem ao lado dele”, disse.
Bicampeão mundial com a Seleção Brasileira nas Copas de 1958, na Suécia e 1962, no Chile, o ex-lateral da Portuguesa, do Palmeiras e do Atlético Paranaense já tinha o nome gravado na Calçada da Fama desde 2000, mas somente agora pôde deixar a marca dos seus pés.
“Nunca é tarde para completar essa homenagem. Fico muito feliz por ter contribuído para o esporte brasileiro. Estive
Redação AFB
12/04/2010.

