Comida estragada para, de novo, obras no Maracanã

01/09/2011Mais Esportes

A nova paralisação dos operários do Maracanã é indigesta. De acordo com Nilson Duarte, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada, alimentos vencidos foram a gota d´água para a decisão dos trabalhadores, que cruzaram os braços.

 

Nilson Duarte disse que, nos últimos três dias, macarrão e feijão estragados, salada com bichos e leite fora da validade foram servidos aos cerca de 2 mil trabalhadores.

 

Duarte disse também que o lanche noturno servido pelo consórcio formado pelas empresas Delta/Odebrecht/Andrade Gutierrez passou de 3 horas para 5 horas da madrugada, o que aumenta a insatisfação dos profissionais.

 

A presença de um médico nutricionista no canteiro de obras do Maracanã também é exigida daqui para a frente. No entanto, as partes ainda não sentaram à mesa para conversar, o que sugere que a paralisação deve ganhar novos capítulos.

 

O cardápio de reivindicações não para por aqui. Segundo o presidente do Sindicato, os acordos firmados na primeira paralisação não foram honrados pelo consórcio.

 

Havia a promessa de que planos de saúde para todos os operários e suas famílias estariam válidos. A cesta básica, que passaria de R$ 110 reais para R$ 160 reais, permaneceu com o valor antigo.

 

Uma assembleia entre os trabalhadores está marcada nesta sexta-feira, às 7 horas, em frente ao Portão 13 do Maracanã.

 

Redação Futebol Bauru

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01/09/2011.

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