Clubes contra taxa da Policia Militar

01/11/2017Mais Esportes

Os 16 clubes da Série A1 do Paulista gastaram, no torneio deste ano, R$ 2 milhões 800 mil reais em taxas de policiamento. Essa despesa, porém, parece estar com os dias contados.

 

Sete clubes do Estado, quatro deles da Primeira Divisão, ganharam na Justiça o direito de não pagar a taxa após alegarem que a cobrança é inconstitucional.

 

Palmeiras e Red Bull obtiveram decisões liminares favoráveis e ainda terão seus pedidos julgados.

 

Comercial, de Ribeirão Preto, o primeiro clube a entrar com ação, Ponte Preta, de Campinas e Botafogo, de Ribeirão Preto tiveram sentenças favoráveis em primeira instância no Tribunal de Justiça de São Paulo. XV de Piracicaba e Inter de Limeira já venceram em segunda instância.

 

Se a PGE - Procuradoria Geral do Estado não reverter as decisões, os clubes economizarão o valor da taxa, que é descontada da arrecadação com venda de ingressos.

 

O argumento jurídico é que a segurança no futebol não pode ser cobrada dos clubes porque não é “divisível”. O policiamento é pedido para evento que engloba determinado de pessoas, que não serão cuidadas individualmente, mas como multidão. Como em passeata ou show de música.

 

Redação Futebol Bauru

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01/11/2017


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