Clube não vai procurar meia para renovar
O Santos mudou a estratégia e agora não vai mais procurar o meia Paulo Henrique Ganso para fazer o novo contrato, com aumento salarial e a criação de um projeto de carreira.
O impasse entre clube e jogador se arrasta desde agosto de 2010, quando o meia sofreu rompimento do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, teve que ser operado e ficou inativo por seis meses.
Antes do segundo jogo das semifinais da Libertadores, contra o Corinthians, tudo caminhava para uma solução. O Santos concordava até em dar o camarote térreo na Vila Belmiro que Ganso pedia.
Mas, após a desclassificação houve retrocesso nas negociações e as duas partes saíram atirando, por conta do vazamento de algumas informações.
Contusão atrapalhou
Ganso ficou irritado com divulgação, por gente ligada ao clube, do seu pedido de salário mensal de R$ 1 milhão de reais. E também o clube não gostou de terem se tornado públicos detalhes de sua proposta ao jogador.
Inicialmente, o Santos oferecia R$ 500 mil reais mensais de salário e prometia aumentar significativamente o rendimento do meia, com o acerto de contratos de publicidade. Mas, após a queda na Libertadores, a proposta foi reduzida para R$ 350 mil reais/mês.
Pelo contrato atual, que termina em 2015, Ganso ganha R$ 130 mil reais por mês e deveria assinar novo contrato, com garantia mínima de R$ 500 mil mensais, em 27 de agosto de 2010, quando a delegação retornasse de Porto Alegre, após o jogo do Santos contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro.
Mas, como sofreu a grave contusão no joelho e teve de ser operado, a reunião foi desmarcada e o assunto caiu no esquecimento.
Redação Futebol Bauru
03/07/2012.

