Caçula do Paulistão corre para capacitar estádio

22/11/2015Mais Esportes

O Paulistão deste ano teve média de 7.605 torcedores pagantes por jogo. Graças aos quatro principais clubes. Senão, a média cairia para pouco mais de 3,5 mil e isso contando os jogos dos pequenos contra os grandes.

 

Ainda assim, a FPF - Federação Paulista de Futebol manteve a exigência de clube ter estádio para pelo menos 10 mil pessoas como condição para disputar a Série A-1 em 2016. Na A-2, a capacidade mínima é de oito mil.

 

Essa exigência está obrigando o Água Santa a correr contra o relógio para adequar a arena de Diadema à capacidade determinada e, assim, poder jogar na elite pela primeira vez.

 

Esperança que o Atibaia não tem mais na Série A-2. Precisaria ter um estádio para oito mil pessoas e, como o seu só comporta três mil, não poderá usufruir da vaga conquistada em campo. O Atibaia terá de ficar na Série A-3.

 

O Água Santa, que enfrenta as consequências de um desabamento de parte das arquibancadas que pode atrasar de maneira fatal a reforma que está sendo feita no estádio do distrito de Inamar para deixá-lo apto para 10 mil pessoas, prefere não reclamar no momento.

 

Os presidentes, de maneira geral, lembram que quando um pequeno enfrenta um grande no Paulistão, muitas vezes o jogo é transferido para um palco maior.

 

Vários estádios correm risco de ser vetados, ou, o que é mais provável, interditados parcialmente para receber jogos do Paulistão.

 

Os clubes estão em época de renovação dos laudos de utilização de seus estádios e têm de enviar à FPF laudos que atestem segurança em várias áreas e que são emitidos pela PM, Bombeiros, Vigilância Sanitária e por especialistas em engenharia.

 

Redação Futebol Bauru

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22/11/2015


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