Brasil contra o desespero italiano

21/06/2009Mais Esportes

Brasil e Itália não é simplesmente uma partida de futebol. Quando as duas seleções se encontram, a história também entra em campo. Neste domingo, a partir das 15h30 de Brasília, no Estádio Loftus Versfeld, de Pretória, na África do Sul, não será diferente. Os italianos têm de vencer. Aos brasileiros basta até uma derrota por um gol de diferença para garantir vaga nas semifinais da Copa das Confederações.

 

A questão matemática é simples. O Brasil tem seis pontos, com duas vitórias, sete gols a favor e três contra - saldo de quatro. A Itália tem três pontos, com três gols marcados e dois sofridos, saldo de um.

 

O Egito, terceiro interessado também tem três pontos, com quatro gols a favor e quatro contra - os egípcios enfrentam os Estados Unidos também neste domingo, em Rustenburg, no mesmo horário.

 

Todas essas contas ficam em segundo plano quando se olha para os dois rivais. Não há uma garantia de que um é melhor do que o outro, apesar do bom momento dos brasileiros de Dunga.

 

“As múmias somos nós”

Do lado italiano, há muita tensão e incertezas. O clima não é nada bom. Para se ter uma ideia do estrago que a derrota para o Egito, provocou nos italianos basta ver a manchete do jornal La Gazzetta dello Sport, o principal diário esportivo do país: “As múmias somos nós.”

 

O tempo está aí para provar. Na Copa de 1982, o Brasil era o grande favorito diante da Itália. Perdeu por 3 a 2, derrota que assombrou o mundo e tem eco até hoje. Na Copa de 94, deu Brasil na final diante da Itália, nos pênaltis, com Dunga levantando a taça.

 

Em 1970, no México, a Seleção Brasileira de Pelé e companhia era barbada. Venceu os italianos por 4 a 1 e levou a taça Jules Rimet. Detalhe, neste dia 21 de junho, se comemora 39 anos da conquista do tri em 70. De qualquer maneira, neste domingo será escrito mais um capítulo desta história.

 

Brasil: Júlio César; Daniel Alves (Maicon), Lúcio, Juan e Kléber (André Santos); Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká. Robinho e Luís Fabiano.

 

Redação AFB/Fonte: AE

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21/06/09.

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