Bolt agora entre os imortais do esporte
Foram dois tiros em intervalo de 1h20. Quem foi ao Engenhão, no Rio de Janeiro, domingo à noite, teve o privilégio de ver o jamaicano Usain Bolt em ação duas vezes.
Sorte de tantos, um obstáculo a mais para o raio. Mesmo com o tricampeonato olímpico histórico na prova dos
Para ele, o pouco tempo de recuperação afetou o desempenho e impediu tempos menores. O ouro veio com 9s81. As baterias da semi começaram às 21 horas. A decisão pelo pódio, às 22h25.
Usain Bolt levantou a torcida no Engenhão. Dando seu show particular antes, durante e depois da prova, fez do estádio carioca seu salão de festas. Comemorou muito. O apoio das arquibancadas foi maciço, a ponto de os brasileiros vaiarem Justin Gatlin por mais de uma vez.
Quando foi bicampeão olímpico, há quatro anos, Bolt saiu de Londres dizendo que havia alcançado o status de “lenda”. Ao ser questionado sobre qual patamar atingiu no Rio, o homem mais rápido do mundo se redefiniu de uma outra forma:
“Alguém disse algo na coletiva ano passado. Que se eu vencesse os três ouros, eu seria imortal. Gostei disso. Eu fico com essa imortalidade”, disse.
Redação Futebol Bauru
14/08/2016

