Bilionário queria mais brasileiros em seu clube
Nasser Al-Khelaifi, ex-tenista, nascido no Qatar e presidente do Paris Saint-Germain, da França, e da cadeia televisiva beIN Sports, é acostumado a comprar tudo que quer.
Com fortuna estimada em mais de US$ 2 bilhões de dólares ou R$ 5 bilhões e 500 milhões de reais, Nasser quer transformar o PSG, que gostaria fosse chamado apenas Paris, no maior clube do futebol mundial.
Assim, contratou astros como Ibrahimovic, Cavani, Beckham e seis brasileiros: Thiago Silva, David Luiz, Lucas, Marquinhos, Maxwell e Thiago Motta, este naturalizado italiano.
Mas não é demais para o milionário, que até gostaria de aumentar o leque de craques do país no clube francês, não fosse regra que está limitando e muito a utilização dos seus milhões de dólares.
“Mais brasileiros? A Uefa não vai nos deixar”, afirmou Al-Khelaifi em declarações ao GloboEsporte.com na saída do Parque dos Príncipes, após empate entre PSG e Chelsea, da Inglaterra, pela Liga dos Campeões.
Nasser Al-Khelaifi voltou a criticar a regra do fair-play financeiro, imposta pela Uefa, que não permite aos clubes gastarem mais do que lucraram na temporada.
Na próxima janela de transferências, que reabre em junho, Nasser Al-Khelaifi terá de negociar um ou mais jogadores para contratar o astro francês Pogba, do Juventus, da Itália, objetivo do PSG.
O uruguaio Cavani deverá ser um dos sacrificados. O atacante também quer sair, já que não está contente por jogar mais aberto, ao lado de Ibrahimovic, e preferia ocupar a posição central no ataque.
Redação Futebol Bauru
19/02/2015

