Atacante preso por 6 meses em hotel de luxo

06/09/2025Mais Esportes

Quando detido pela polícia do Paraguai por entrar no país com documentos falsos, podia se esperar que Ronaldinho fosse parar em prisão de instalações humildes e restrições de liberdade. O que até aconteceu, por 32 dias, no presídio Agrupación Especializada. 

Mas a maior parte dos quase seis meses em 2020 que esteve preso passou longe dessa realidade. 

Foi na suíte presidencial de número 104, no primeiro pavimento do mais luxuoso prédio do centro histórico, que um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro (e do mundo) cumpriu pouco mais de quatro meses de prisão domiciliar. 

O Hotel Palmaroga, fechado praticamente para Ronaldinho Gaúcho, com 107 quartos e diárias que podem chegar até cerca de R$ 3 mil reais. Uma história marcada por churrascos, idas ao café e dezenas de pedidos de autógrafos. 

“Ele falava de no último dia tirar foto com todo mundo e foi bastante emotivo, porque ele foi abraçar cada uma das meninas, faxineiras, cozinheiras, recepcionistas. Tinha uma fila enorme”, lembra Emílio Yegros, que era gerente do hotel. 

Redação Futebol Bauru

www.futebolbauru.com.br

06/09/2025

Veja Também