À beira do rebaixamento e enfrentando greve
O péssimo momento da Portuguesa agora afeta, também, os funcionários do clube que não entram em campo.
Com os salários atrasados, os trabalhadores cruzaram os braços e iniciaram greve no estádio do Canindé. Segundo informações de pessoas que acompanham o movimento, o presidente, Ilídio Lico, negocia o fim da paralisação.
O atraso, de cerca de 16 dias para os que trabalham no regime CLT, atinge todos os funcionários. Os que trabalham como prestadores de serviço não recebem há três meses.
Na conversa com os grevistas, o presidente disse que só poderá regularizar a situação a partir do dia 31.
A falta de pagamento tem sido comum no clube. Técnicos que passaram pelo clube neste ano ainda não receberam pelo tempo trabalhado e cobram o clube na Justiça. Não há previsão de novas receitas para o clube.
Na última colocação do Campeonato Brasileiro Série B, a Portuguesa está praticamente rebaixada para a Série C em 2015.
Redação Futebol Bauru
21/10/2014

